Domingo, 25 de Janeiro de 2009
(Adaptado - National Geographic Fevereiro)
Afinal o amor não se explica só por com sendo um sentimento de difícil definição. O amor caracteriza-se por um conjunto de reacções químicas, aparentemente mais fáceis de explicar. Para começar há que ver a sua localização: o amor activa as áreas cerebrais associadas à recompensa e ao prazer, ou seja, a área tegmental ventral e o núcleo caudado.
O estado de paixão está ligado ao aumento de produção de Dopamina, um neurotransmissor, que se pode denominar de poção endógena do amor. O mais curioso é que a paixão tem um comportamento bioquímico em muito semelhante às DOC, doenças obsessivas compulsivas e que resultam de um desequilíbrio nos níveis de serotonina, um outro neurotransmissor.
Este é o comportamento químico do nosso corpo, mas o que nos faz atrair por alguém? São várias a teorias.
Uma é que o amor romântico tem as suas bases em momentos íntimos vividos na primeira infância, ou seja, amamos quem amamos não tanto pelo futuro que esperamos construir, mas pelo passado que pretendemos recuperar.
Outra afirma que se procura no outro o genótipo mais diferente do seu, ou seja, busca-se uma complementaridade biológica. Se o objectivo é a reprodução, a complementaridade biológica permite a formação de seres mais fortes, pois na definição genética do individuo vingam os genes mais fortes.
Fica a constatação: Escolhemos os parceiros, mas raramente se tem consciência das reacções biológicas inatas subjacentes a essa escolha.
Aponta-se para o término de relações ao fim de quatro anos, pois este é o tempo necessário a criar um filho na primeira fase de infância. A paixão afinal é bastante prática. O ser humano na sua primeira infância é completamente dependente dos seus progenitores, então a paixão tem como objectivo mantê-los unidos durante este período, após o qual a criança tem maior nível de independência.
Mas há outros motivos para a paixão se esvair. A paixão tem sempre um prazo de validade porque uma exposição demasiado longa aos seus efeitos pode provocar danos irremediáveis no cérebro. O excesso de dopamina no cérebro tem o mesmo efeito de uma droga.
Mas há maneiras de ajudar a produção de dopamina de modo a manter o “fogo” acesso. A novidade induz a libertação de dopamina, por isso fazer coisas novas juntos ajuda a manter este espírito.
Em quase contraponto à dopamina existe a Oxitocina, hormona que provoca a sensação de ligação, de apego. E que está frequentemente registada em maior nível em indivíduos com relações de longa duração bem sucedidas. mas também a produção desta pode ser ajudada: massajar e fazer amor desencadeiam a produção de oxitocina.
Estudos recentes em ratos do campo, uma das espécies, que se encontra nos 3% de espécies de mamiferos monogamicas, demonstrarm ainda a existencia de uma molecula, a vasopressina, como responsável pela fidelidade e monogamia, esta molecula é produzida durante o acto sexual, e induz a formação de lembranças agradáveis com o parceiro, inibindo a procura de outro, induz também um clima de segurança e cama que ajuda no prolongar da relação. 
E já agora, sabia que: uma pessoa que corra sem sair do sítio antes de se encontrar com alguém, terá mais probabilidade de achar essa pessoa interessante. Assim, primeiros encontros que envolvam actividades de stress têm mais chance de conduzir a um novo encontro. (o primeiro dia de praxe é stressante?)
 
 


publicado por egasmoniz às 07:56
o primeiro dia de praxe foi stressante, mas foi nesse dia que conheci a minha alma gemea, tu!

As Almas-Gêmeas
Por mais que procuremos, por mais que nos castiguemos a nós próprios pensando que não somos merecedores desse tipo de Amor, e nos entreguemos a relacionamentos que nada terão para nos dar de positivo. O Amor verdadeiro quando tiver que surgir, ele surgirá(já surgiu). Por vezes onde menos se espera encontra-lo é de onde ele ira aparecer, e muitas dessas vezes quando já havíamos perdido a esperança da felicidade plena, quando já havíamos desistido de lutar, ali surge ele, iluminando o nosso coração e fazendo-nos sentir renascer para a vida.
De inicio podemos não acreditar e sentirmo-nos atónitos face a essa possibilidade, depois, à medida que vamos sendo confrontados, começamos a pensar se não estaremos a iludir-nos, se será mesmo verdade. Até que certo dia, ao olharmos para aquele ser humano, sentimos a certeza brotar de dentro de nosso coração. A partir do momento em que a certeza se instala, não mais poderemos negar essa realidade, que nos foi colocada no caminho. Não quando o queríamos ou mais desejávamos, não quando mais sentíamos necessitar, mas, sim quando tinha que ser.
Duas Almas-Gémeas poderão estar separadas por uma longa distância, sem nunca se terem encontrado, mas seus corações sentir-se-ão mutuamente, uma vez que é exercido sobre ambos um efeito íman, que se fará vibrar e sentir actuando para que se reencontrem no momento oportuno. Seus corações sentirão um vazio, mesmo que no momento possam estar a viver algum tipo de relacionamento efectivo. Esse vazio é pressentido acompanhado da sensação da ausência física do outro. É um apelo muito intenso que se faz ressoar tão fortemente quanto intensamente. Sentimos que nos falta algo, sem que consigamos determinar propriamente o quê.
Quando ambos estão prontos a viver um relacionamento completo, e ao mesmo nível de consciência viverão uma experiência da qual poucos serão os que poderão congratular-se(como a que estamos a viver). Tendo a seu cargo a grande responsabilidade de elevar a vibração energética do Amor na terra, o que acontece de cada vez que duas Almas-Gémeas se unem no plano terrestre, evidenciado todo o seu Amor uma pela outra.
O Amor de Alma-Gémea sustem-se num sentimento de amizade muito vinculado. É um amor que não cobra, não aprisiona e nem vive sobre condicionamentos de espécie alguma. Difícil será tentar imaginar como será uma troca de carinho… um toque físico… mesmo o mais ligeiro toque de pele poderá fazer despontar uma avalanche de sentimentos e emoções de uma forma nunca antes sentida.

As Almas-Gémeas complementam-se em todos os aspectos, despertando todos os sentidos, todas as emoções, todos os sentimentos e todas as sensações e prazeres nunca sonhados, numa união completa de corpo, mente e espírito ( Sol / Lua), um não subsiste sem o outro .


O amor subsiste em outros planos e em outras vidas. É eterno.

tua lilium
lilium a 25 de Janeiro de 2009 às 21:50

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